Guardiões!

(Ao Som de Beethoven, muita piração.)

Aline, Ultima a se deitar.

Cris beijou um por um. Um beijo de boa noite. Começou

Petra aparentemente sentindo calor

Aline sono perturbado pela rinite.

Petra sente dificuldades em se acomodar, mexeu pela terceira vez em menos de 3 minutos.

Felipe aparentemente incomodado, não consegue ficar a vontade.

A Liberdade por hora não é minha.

Aline assemelha-se a uma pedra, um recolher as pernas, Falta alguma coisa, Ah! Sergio chegou com o cobertor.

O Ruído da lareira me conduz a lembranças…

Felipe busca algo em seu sono, algo que não esta aqui, porém nem tão distante, mas não perto suficiente ao seu toque.

Michel repousado ao sono dos Deuses, um descanso, logo, a busca do inimaginável, o estático.

Toda amizade criada até então, se reforça, terá de se reforçar, agora o chegou o momento da entrega, faça-vos, o guardião de meu repouso, minha respiração esta lenta, meu descanso não é mais responsabilidade minha. O seu sono não é de tua responsabilidade, não é minha também, ou até seja, mas isso não é permanente, e nem será. Tua responsabilidade sim, será permamente.

A dificuldade em ser o primeiro não é maior que a responsabilidade dos posteriores. É a mesma, Mas o degustar dessa responsabilidade tornar-se-a um martírio.

O Sono de Aline não traz totalmente a paz, mas seu ofegar nasal, nos traduz um sono intranquilo, uma plataforma diferente, como num campo aberto, verde, muito verde, um lugar lindo, porém, solitario. O que pode causar um certo desespero.

Michel parece caminhar pelas montanhas tranquilamente, enquanto desfruta disso, Aline degusta de todo campo verde, mas lhe dói a solidão.

Um movimento brusco balançaalgumas extremidades, não todas, as mais rsistentes permanecem quase que intocaveis.

Felipe encontra-se em um lugar estranho, pára, observa, sente a tranquilidade do ambiente e volta a procurar.

Aline sente um incomodo profundo, e de repente um forte vento, vem como se fosse trazer uma tempestade. Mas logo passa, o lugar torna-se novamente um belo campo cheio de verde, senão fosse a solidão …

Roberta esta de frente para o mar quando recebe por trás, um abraço, do qual ja desejava, ela sabia que isso iria acontecer, ela não esperava, mas ja sabia.

Indo para o sono.

Saudades de um lugar gostoso, saudades de te-la em meua braços, sentir teu abraço, teu calor, seu rosto, teu sabor, teu carinho, teu sorriso, sua beleza, seu mau humor, seu autoritarismo, sua chatice, e sua prepotencia.

Saudades de você por inteira, com acertos e erros, qualidades e defeitos. Saudade de ti por completa, saudade da sua submissão, saudades de ti que me completa.

Aline no campo verde, já não sente tanto a solidão, na verdade ja se acostumou com ela, o que aparenta ser um prazer hipnotico e trás consigo um sentimento de alívio.

Agora tudo parece mais pesado, o tempo custa a passar, e as coisas acontecem muito rapidamente, tudo passa menos o ponteiro do relogio.

Michel vê tudo de longe, tem um sentimento de impotencia, tudo que pensa em tocar não é alcançado, uma sensação de impotencia e ao mesmo atempo tranquilidade, suas pernas não tocam mais o chão, não podem sustenta-lo.

Os Guardiões por mais cansados que aparentam estar, não se dão por vencidos, e lutam contra tudo para cuidar do repouso alheio.

Cada um terá sua vez.

O Momento é de vigiliancia, nada será perdoado, ao menos  nada teria de ser. Alguns ruídos, mesmo que inoportunos e irritantes são distribuidos como uma faca cortante, chega incomodando e se vai se nem ter sido convidada, não tinha também permissão para adentra ali.

Os Guardiões ficam neste momento com as mãos atadas.

Sem poder fazer nada, apenas observam.

Mordidas, barulhos, estrondos, ruídos, correntes, dentes rangindo.

Um mistério, um alarme, um barulho estranho, uma nova posição, e um novo barulho, um sentimento de culpa, um guardião rompendo o silencio, a vontade de dar por fim com este incomodo é logo estacanda pela necessidade da guarda.

As horas, os minutos e os segundos custam a passar. As palpebras agora estão mais pesadas, custam a permanecerem no alto, elas querem se manter abertas, mas o esforço é triplicado.

A saudade ja não dói tanto, agora tudo começa a perder o sentido, perde-se o valor de tudo, exceto pelo sono alheio.

O Momento é extremamente crítico, o sono é complemtamente respeitavel, os ruídos praticamente não existem.

O Cansaço mostra todas as suas forças, e se mostra bem mais forte quando estamos fragilizados, traiçoeiros inimigos, não usam toda sua força no inicio. No inicio eles se mostram bem mais frageis.

Um ruído diferente é solto, algo como se alguém estivesse dormindo embaixo d’agua.

Os segundos parecem dias, os minutos anos, tudo tem um tempo hiperbolicamente maior.

O sono esta guardado mesmo que a mente esteja vagarosa, mesmo que os reflexos não respodam.

A estações pausaram-se, a chuva que se abreviou, acabou por não chegar por inteira, quase nem foi percebida.

A Lua por sua vez não veio, o Sol estava pálido, porém, doce, e se foi sem nem ser notado.

A Chuva por fim chegou, cai agora usavemente, ja foi assassina e pode voltar a se-la.

(Não me apeguei a correção ortografica, do jeito que foi escrito foi transferido para este blog, levei exatamente Um cd do Beethoven para postar iso no Blog.)

4 Respostas para “Guardiões!”

  1. Com voce é lerdo para escrever!!! Um cd do Betovem deve ter umas 3 horas!!!!!

    Mas o texto é ótimo!!!

    Beijos

  2. ‘Os segundos parecem dias, os minutos anos, tudo tem um tempo hiperbolicamente maior.’

    Preciso te ver!

  3. Social comments and analytics for this post…

    This post was mentioned on Twitter by alexmell: @Luana_Rego http://mellfuture.wordpress.com/2009/10/21/guardioes/ este texto que ninguem entende ficou meio surreal…

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